A Cinderela não precisava de um príncipe

A Cinderela não precisava de um príncipe

Você sabia que a vida da Cinderela poderia ter sido outra? E com menos sofrimento?

Pois bem, o que faltou para Cinderela foi um(a) advogado(a).

Segundo sabemos, os pais da Cinderela eram financeiramente estabilizados (provavelmente ricos). Após a morte da mãe, o pai teria direito a meação (metade) e a outra parte seria herança da Cinderela.

Quando o pai falece, mesmo tendo contraído núpcias com a Madrasta Má, Cinderela já deveria possuir a metade dos bens, este que herdou de sua mãe, e a parte de seu pai deveria ser dividida entre ela e a Madrasta Má
(herdeira).

Mesmo assim, Cinderela ficaria com 75% de toda fortuna – entendeu? Isso se baseando no fato de que os pais da Cinderela tivessem casado sob o regime de comunhão parcial de bens e tivessem conquistado os
bens na constância do casamento.

A história da Cinderela é um conto de fadas, que existe há vários anos, alegrando e entretendo várias meninas.

Todavia, muitas meninas crescem acreditando que suas vidas dependem única e exclusivamente da intervenção de um príncipe (homem) o que na realidade não é verdade.

Cada mulher pode traçar sua vida como bem entender e, se escolher esperar por um príncipe, tudo bem, desde que seja escolha e não imposição.

Em um mundo cercado de machismo e preconceitos a posição e escolhas das mulheres, cabe a nós como sociedade, frisar, a todo tempo, que há sempre escolhas!

Escolher se informar e correr atrás de cada direito é essencial!

 

Jéssica Marchiori Mantuan é advogada
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