Ação em Itapemirim visa eliminar os caramujos africanos da orla

Ação em Itapemirim visa eliminar os caramujos africanos da orla

Neste período do ano, em que o tempo é mais chuvoso, um problema enfrentado por alguns moradores de Itapemirim sempre volta a incomodar: a infestação de caramujos africanos.

Para amenizar a situação, a Vigilância em Saúde da Secretaria de Saúde de Itapemirim realizou na última quinta-feira (26), uma ação para eliminar os moluscos, que sempre surgem na restinga das orlas das praias de Itaoca e Itaipava.

A ação contou com o apoio das secretarias de Serviços Públicos e Regional – Itaipava/Itaoca. Os servidores realizaram a catação dos caramujos e, posteriormente, incineraram o molusco em local apropriado.

Caramujo africano

O caramujo africano libera de 200 a 500 ovos de uma só vez e pode transmitir duas doenças: a meningite eosinofílica e a estrongiloidíase. O verme Angiostrongylus cantonensis, causador da meningite eosinofílica, pode se tornar parasita do caramujo africano de duas formas: penetração direta no corpo do molusco ou pela ingestão de fezes de roedores contaminadas.

A infecção em humanos ocorre quando é feita a ingestão do muco (gosma) que o caramujo libera para facilitar o seu deslizamento. Por isso, é tão importante lavar e deixar de molho as hortaliças.

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