Como posso viver, se há tanto custo para simplesmente existir?
Viver parece um objetivo inalcançável, entre meus silêncios gritados e gritos silenciosos.
A rotina puxa, empurra, esmaga, colide com qualquer vestígio de leveza.
Há pouco tempo para saborear a companhia dos amigos, e ainda menos tempo para divertir-se.
Mas há também o excessivo desânimo de encontrar o leve:
Há a angústia do mesmo.
A angústia do querer e não fazer.
Mas, aos poucos e pelos cantos, ainda posso ver pequenos sinais de vida.
Ali simplicidade do dia a dia, que ela sussurra esperança.
O tempo não para,
Mas eu me permito parar,
Saborear o gosto da vida,
Sentir também o que é bom.
Permaneço aqui,
Respirando entre pausas,
Vivendo entre brechas,
Me permitindo um novo amanhã e existindo com menos cobrança.

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Uma resposta
LINDO MINHA FILHA