A economia brasileira segue em ritmo de crescimento. De janeiro a setembro de 2025, o país gerou 1,7 milhão de empregos formais, segundo dados do Novo Caged divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
O total de vínculos com carteira assinada chegou a 48,9 milhões, o maior número já registrado. Somente em setembro, foram abertas 213 mil vagas, resultado de 2,29 milhões de contratações e 2,07 milhões de demissões.
Todas as 27 unidades da Federação tiveram saldo positivo. O setor de Serviços liderou a criação de postos, com 106,6 mil vagas.
O setor foi seguido pela Indústria (43 mil), Comércio (36 mil), Construção (23,8 mil) e Agropecuária (3,1 mil). O salário médio de admissão foi de R$ 2.286,34.
O ministro Luiz Marinho destacou que o resultado superou as expectativas: “Os especialistas previam até 175 mil vagas, mas chegamos a 213 mil.”
No acumulado de 2025, os cinco setores mantêm saldo positivo, com destaque para Serviços (773 mil vagas) e Indústria (273 mil).
Entre os grupos populacionais, os homens ocuparam 117 mil vagas e as mulheres, 96 mil. Os jovens de 18 a 24 anos responderam por mais da metade das novas contratações.
Por escolaridade, o maior número de admissões foi de pessoas com ensino médio completo (142 mil). No recorte por raça, pardos representaram a maioria dos vínculos (156 mil).
Os estados que mais criaram empregos foram São Paulo (49 mil), Rio de Janeiro (16 mil) e Pernambuco (15,6 mil). Em termos proporcionais, os melhores desempenhos vieram de Alagoas (+3%), Sergipe (+1,7%) e Paraíba (+1,1%).
Por região, o Sudeste liderou com 80,6 mil novas vagas, seguido de Nordeste (72 mil), Sul (27 mil), Norte (18 mil) e Centro-Oeste (14 mil).
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