Ah, dona Ansiedade,
Lembro-me de você ao andar na rua,
Ao roer as unhas, ao tomar meu café,
Ao olhar para a maré.
Recordo-me sempre de você,
Das conversas sem fim, das noites em claro,
Das histórias contadas, das falas ensaiadas.
Ah, dona Ansiedade,
Como seria minha vida sem você?
Eu não saberia dizer.
Seus afetos e afetações,
O subir e o descer da montanha-russa – que sensação maluca!
Sua amizade traz emoção para os meus dias,
Sua criatividade, sua alegria.
Falo não porque sinto saudade,
Mas sua ausência não me causa naturalidade.
Não falaria que é tristeza.
Sua viagem foi uma gentileza.
Ah, dona Ansiedade,
Não julgue meus sentimentos,
Pois você conhece bem meus pensamentos.
Mesmo habituada a você, desejo que dessa vez te demores.
Pois pensar no seu retorno já me causa tremores.
Lembro-me de você,
Do amanhecer até o entardecer.
Por favor, não se ofenda; espero que você me entenda.
Mas por ti, não morro de amores.

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