Elieser Rabello vence a disputa pela Prefeitura de Vargem Alta

Elieser Rabello vence a disputa pela Prefeitura de Vargem Alta

O candidato do MDB, Elieser Rabello foi eleito prefeito de Vargem Alta com 63,09% dos votos válidos. Ele derrotou o segundo colocado, Luciano Quintino (PL), que obteve 16,07% dos votos válidos.

Elieser foi prefeito de Vargem Alta por dois mandatos. A chapa do candidato é composta pelo vice Alan Altoé (DEM). Pelas redes sociais, o prefeito eleito agradeceu os votos.

“Muito obrigado pela expressiva votação, minha amada Vargem Alta. Eu e Alan agradecemos de coração toda a confiança e esperança depositadas em nosso projeto e firmamos o compromisso de trabalharmos, junto com cada cidadão raiz dessa cidade, para reconstruirmos a Suíça Capixaba e voltarmos a ser exemplo de sucesso e desenvolvimento no Espírito Santo. O trabalho começa amanhã cedo”, postou.

Na última sexta-feira (13), em uma votação apertada, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-ES), Elieser teve sua candidatura foi deferida e ele liberado para disputar a Prefeitura de Vargem Alta pelo MDB.

Elieser obteve três votos favoráveis e três votos contrários. Com a votação equilibrada, o presidente do TRE-ES, desembargador Samuel Meira Brasil Júnior desempatou, proclamando o resultado em favor do candidato.

Impugnação

Ex-prefeito de Vargem Alta, Elieser recorreu ao TRE contra decisão em primeira instância do juiz José Pedro de Souza Neto, da 35ª Zona Eleitoral, que compreende os municípios de Iconha, Rio Novo do Sul e Vargem Alta, que impugnou sua candidatura.

O pedido de impugnação partiu do promotor de Justiça Daniel de Andrade Novaes. Na avaliação do representante do Ministério Público, Elieser não poderia disputar as eleições, pois não havia cumprido o requisito de estar filiado a partido político pelo período de seis meses antes da data de eleição.

O promotor se baseou no fato de que Elieser cumpria condenação por improbidade e teve seus direitos políticos suspensos por três anos, expirando a condenação em 26 de maio deste ano, o que implicaria em um período menor do que os seis meses estabelecido na legislação.

Porém, o TRE acompanhou, por maioria de votos, a tese apresentada pela defesa do candidato, o advogado Marcelo Nunes, de que o que vale é a filiação inicial de Elieser, que não trocou de partido e se manteve no MDB desde 2007. Desta forma, ao retomar os direitos políticos, automaticamente passa a valer o ato inicial da filiação.

 

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