Kênia após operação na Ilha do Gambá, em Piúma. Foto: PMES

Faro afiado? Até maconha na chuteira a cadela Kênia encontrou em Anchieta

Faro afiado? Até maconha na chuteira a cadela Kênia encontrou em Anchieta

A Polícia Militar no Sul do Estado conta com o faro afiado do pastor alemão Messi, em Cachoeiro de Itapemirim, para encontrar drogas e armas. Mas ele não está sozinho nessa tarefa de cão. Em Anchieta, a cadela Kênia também não tem dado moleza para os bandidos. Até maconha dentro de uma chuteira a policial K9 já encontrou.

Kênia é da raça pastor belga malinois, tem cinco anos e integra a Equipe K9 da 10ª Companhia Independente da Polícia Militar, em Anchieta, que também é responsável pelo policiamento em Piúma, Alfredo Chaves e Iconha.

Assim como Messi, Kênia passou por um longo treinamento na Companhia Independente de Operações com Cães (Cioc), que fica em Vitória. Ela foi preparada desde filhote para farejar drogas e armas, e nas operações é conduzida pelo soldado Márcio Lopes e pelo soldado Romeiro, condutores certificados para lidar com a pastora belga malinois.

Operação no bairro Nova Anchieta. Foto: PMES

Em janeiro deste ano, a cadela ajudou a PM a encontrar um tablete de maconha e uma bucha do mesmo entorpecente, que estavam escondidas na mata próxima à residência de um dos suspeitos, no bairro Nova Anchieta. Duas pessoas foram detidas na ocasião.

Já em fevereiro, em Piúma, Kênia auxiliou na prisão de dois suspeitos na Ilha do Gambá. Quando eles tentaram dispensar a droga, a cadela encontrou o entorpecente no meio do mato.

Maconha na chuteira

Numa de suas ações no policiamento, em agosto passado, Kênia indicou com seu faro afiado que havia maconha escondida dentro de uma chuteira, durante operação realizada no bairro Justiça II.

Operação em que a pastora belga malinois achou maconha na chuteira. Foto: PMES

No último dia 24, Kênia ajudou a polícia a encontrar crack, maconha e R$ 110 em dinheiro durante o cumprimento de mandados de busca a apreensão expedidos pela Segunda Vara Criminal da Comarca de Anchieta.

Treinamento

Ao todo, o Espírito Santo possui atualmente 25 cães farejadores. De acordo com o capitão Clayton Soares de Souza, subcomandante da Cioc, eles começam a ser treinados desde filhotes, mas em média um cão farejador leva dois anos para estar apto ao serviço policial.

“Do início da captura de movimento dele, trabalhando toda a psicologia canina a partir do terceiro mês até a certificação dele, por parte da Cioc, leva-se um prazo de dois anos para certificar um cão. Antes desse período, o cão já está apto com 10, 12 meses a identificar odores. Ele só não vai ter um gradiente de generalização, que é o poder de buscar em situações de distintas de uma forma aprimorada. Isso aí só experiência de vida é que vai poder favorecer ele”, explicou.

Na Cioc, os filhotes são submetidos em seu 53º dia de vida a uma avaliação chamada de Teste de Volhard (teste de temperamento do filhote), em que são separados por características intrínsecas. Segundo o capitão Clayton Soares de Souza, a partir dessa fase os cães são separados para busca e captura, além de faro de armas, drogas e explosivos.

Cada equipe K9 no Estado é formada por um cão e dois policiais certificados a conduzi-lo. Além de maconha e crack, os cachorros farejadores treinados pela PM também têm a capacidade olfativa de localizar haxixe e seus derivados, além de armas de fogo.

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