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Governo revoga MP que dava carta branca a Weintraub para escolher reitores

Decisão foi tomada após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, devolver a MP ao Planalto por considerar o texto inconstitucional.
Abraham Weintraub, ministro da Educação. Foto: Carolina Antunes/PR

O presidente Jair Bolsonaro regovou nesta sexta-feira (12) a Medida Provisória (MP) 979/20, que dava ao ministro da Educação, Abraham Weintraub, a prerrogativa de designar reitores e vice-reitores temporários das instituições federais de ensino durante a pandemia de Covid-19. A decisão foi tomada horas depois de o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, devolver a MP ao Planalto alegando inconstitucionalidade. Isso fez com que o texto perdesse sua validade.

De acordo com o congressista, a medida viola a Constituição Federal. Parlamentares de vários partidos haviam pedido que Alcolumbre devolvesse a MP ao governo. A constitucionalidade da medida também foi questionada por oito partidos (PSB, PDT, PT, PSOL, PCdoB, Rede, Partido Verde e Cidadania) no Supremo Tribunal Federal.

“Cabe a mim, como presidente do Congresso Nacional, não deixar tramitar proposições que violem a Constituição Federal. O Parlamento permanece vigilante na defesa das instituições e no avanço da ciência”, acrescentou.

Para o presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), a medida era “uma segunda tentativa de interferir na autonomia das universidades”, já que seu teor era semelhante ao da MP 914/19, que caducou na semana passada, sem ser analisada pelo Congresso. Essa medida também modificava os critérios de escolha dos reitores das universidades federais.

Escolha

O texto da MP já estava em vigor desde terça-feira (9), mas ainda precisava ser aprovado pelo Congresso para não perder a validade. Conforme o texto, o ministro da Educação não precisaria fazer consulta à comunidade acadêmica ou à lista tríplice para escolha dos reitores.

Segundo a MP, a escolha valeria para o caso de término de mandato dos atuais dirigentes durante o período da pandemia e não se aplica às instituições federais de ensino “cujo processo de consulta à comunidade acadêmica para a escolha dos dirigentes tenha sido concluído antes da suspensão das aulas presenciais”.

A nova MP foi assinada nesta sexta por Bolsonaro e pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Jorge Francisco de Oliveira. Numa rede social, Oliveira informou que o objetivo era acolher a “sugestão” de Davi Alcolumbre.

Com informações da Agência Brasil

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