Imagens de câmeras teriam levado polícia ao acusado de matar Roseli

Imagens de câmeras teriam levado polícia ao acusado de matar Roseli
Imagens de câmeras teriam levado polícia ao acusado de matar Roseli
Alessandro Araujo de Paula

A polícia conseguiu imagens de câmera que ajudaram a fechar o cerco contra o homem acusado de matar a vendedora Roseli Valiati Farias, de 47 anos. Por meio delas, foi possível vê-lo descendo a pé após deixar o carro estacionado próximo à garagem da Viação Itapemirim.

O veículo de Roseli, um Corolla, foi encontrado no dia seguinte ao desaparecimento da vendedora, em uma rua próxima à garagem da Viação Itapemirim. No veículo estavam alguns pertences dela, menos o aparelho celular.

O acusado é o namorado da vendedora, Alexandre Nunes, com quem Roseli estava se relacionando desde julho. Segundo familiares e amigos, que acompanham de perto as investigações, ele confessou o crime. A polícia já desconfiava e chegou a interrogá-lo anteriormente, mas ele negou.

Alexandre teria confessado o crime

Informações não oficiais são de que o acusado, após cometer o crime, conduziu o Corolla de Roseli até perto da Viação Itapemirim, deixou o veículo no local e depois desceu a pé. Só que ele foi filmado pelas câmeras. Sem ter como negar, acabou confessando.

Após confessar o crime, Alexandre saiu com os policiais com o objetivo de mostrar onde estaria o corpo de Roseli.

O Dia a Dia acompanha o desaparecimento de Roseli desde segunda. Sem saber da morte da vendedora, ligou no início da noite desta quarta para o irmão dela, Clodoaldo Valiate, 43, para buscar notícias das buscas, quando foi informado do triste final.

“Prenderam o assassino agora. Era o suspeito mesmo. Ele confessou. Estou tentando segurar a barra, mas está difícil”, disse Clodoaldo, de forma educada, mas visivelmente abalado.

A reportagem a seguir conversou rapidamente com o titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), Felipe Vivas, que investiga o caso. Ele disse que estava em diligência e que não poderia falar naquele momento sobre o fato, explicando que será esclarecido nesta quinta-feira, em coletiva de imprensa.

A jornalista Luciana Máximo, que trabalhou com Roseli na Grafiband, conversou com familiares e amigos de trabalho da vendedora e descobriu que Roseli não queria mais continuar o namoro, o que pode ter provocado o crime.

“Eu trabalhei com Roseli na Grafband, empresa que ela dedicou 20 anos da vida dela. Prestativa, competente, organizada, amada, Roseli era incrível. Todos nós que a conhecemos sabemos que ela é uma guerreira, uma mulher incrível e sua morte não nos deixará em silêncio”, disse Luciana.

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