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Novo piso começa a ser assentado na Rua dos Bancos para alívio de lojistas que amargam prejuízo

Após 17 dias de transtorno, o visual na Rua Capitão Deslandes, popularmente chamada de Rua dos Bancos, no Centro de Cachoeiro de Itapemirim, começou a melhorar, com o início do assentamento, nesta quinta-feira (24), dos bloquetes de concreto.

A concessionária informou que contratou uma empresa terceirizada para realizar a substituição do asfalto por blocos de concreto em atendimento a uma solicitação da prefeitura.

Segundo ela, a empresa realizou serviços de modernização no sistema de esgotamento sanitário em janeiro de 2018, e o serviço de pavimentação, à época, ficou afetado por conta das precárias condições em que se encontrava a via.

Os operários começaram a assentar os blocos pela manhã. A previsão da BRK Ambiental é concluir o serviço até o próximo domingo (27).

A partir dessa data, ficarão faltando a adequação e a instalação de bueiros de drenagem, além das rampas de transição do pavimento novo para o antigo, que será feito pela prefeitura.

As obras na avenida começaram no dia 7 e se estendem ao longo de 143 metros.

 

Prejuízos no comércio chegam a 50%

 

A esperança dos comerciantes é que os serviços sejam concluídos o mais rápido possível, em função da poeira e da queda nas vendas. A BRK afirma que todo material é umedecido para minimizar os transtornos.

O dono da loja Depósito Novidades, Renato Lisboa de Almeida, diz que as vendas estavam boas no início do mês, dentro da previsão para janeiro, mas após as obras caíram em 50%.

“É normal cair um pouco por causa do verão e das famílias que vão para o litoral, mas não tanto. E agora ainda dizem que vão quebrar as calçadas também. A gente entende que toda melhoria é válida, mas não pode ser feita de qualquer jeito”, reclama.

Outro problema apontado por Renato é a poeira, que suja a loja e as mercadorias. “Eles deveriam molhar o trecho, mas não estão fazendo como deveriam”, disse.

A gerente da Loja Taco, Jeane Martins, diz que a queda nas vendas está entre 15 e 20%, o que compromete o pagamento de pessoal, aluguel, impostos e outras despesas.

Ela questionou a forma como a obra foi iniciada, sem nenhuma conversa prévia com os lojistas. “No ano passado, quando a rua foi asfaltada, eles se reuniram conosco bem antes, explicaram tudo direitinho. Os trabalhos se arrastaram janeiro e fevereiro, mas tínhamos sido avisados e nos preparamos”, explicou.

O proprietário da Loja Sport Magazine, Jorge Ghazi, afirma que a troca do asfalto pelo piso intertravado está prejudicando o movimento do comércio, e que as vendas em sua loja já caíram 40%. “Existem outras ruas com mais prioridade. Passamos por dois anos de obras na mesma avenida e isso é insuportável”.

 

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