Foto: William Pedro da Rocha

Pescador de Itapemirim passa mal e morre em alto mar

Pescador de Itapemirim passa mal e morre em alto mar

A princípio não é Covid-19 a causa da morte do pescador Ozimar Bernardo Luciano, 44 anos, residente na localidade de São João do Jabuti, em Itapemirim, ocorrida por volta das 5h desta quinta-feira (09) em alto mar, no barco Itaboraí III.

Supostamente ele teria sofrido duas paradas cardiorrespiratórias, e as suspeitas iniciais eram de que ele estaria com coronavírus.

Mas a doença não foi confirmada pelo teste rápido realizado pela Secretaria de Saúde, que foi acionada pela associação dos pescadores,  e que foi feito em toda a tripulação, inclusive no cadáver, segundo informou a Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Itapemirim.

A causa da morte, contudo, só será definitivamente confirmada após liberação do laudo do Serviço de Verificação de Óbitos (SVO) de Vitória, para onde o corpo foi encaminhado pela polícia para exame cadavérico.

William Pedro da Rocha, proprietário do barco Itaboraí III, onde o pescador morreu, conta que esta foi a primeira viagem de Ozimar no seu barco, Ele diz que toda a sua tripulação já teria sido vacinada.

Segundo William Pedro, que é mestre da embarcação, a tripulação saiu para alto mar na noite do dia dois de setembro com seis tripulantes.

Ozimar teria trabalhado normalmente até segunda-feira (06), quando começou a relatar dor no pé, que apresentava rachaduras no meio. Mesmo assim continuou trabalhando.

Quanto às suspeitas de que teria morrido de Covid-19, William diz que é porque ele teria perdido o olfato e paladar e tido diarreia, únicos sintomas amplamente divulgado da doença.

O mestre do barco diz que Ozimar não teve falta de ar e nem febre, mas tinha muitos calafrios e estava sempre com as mãos muito geladas e se queixava de fortes dores abdominais, que persistiram mesmo após o fim da diarreia.

“Dei um remédio que temos a bordo para diarreia. Desde quarta-feira(08), com a perda do paladar, ele perdeu também o apetite e parou de comer, talvez  pela dores na barriga”, relata.

William destaca ainda que ele passou a reclamar também de dor na perna, mas sempre que consultado de como estava, afirmava que ia melhorar, mesmo diante da possibilidade de voltarem imediatamente para terra firme, caso necessário.

Na quarta-feira (08), por volta das 21h, conta Willian, Ozimar teria levantado e se queixado de que não estava aguentando mais, e eles puxaram a linha para voltar a Itaipava.

“Às 3h30 ele reclamava de muita dor no pé e na perna e as mãos começaram a ficar muito roxas. Fiz massagem com álcool. Nesse momento ele teve uma convulsão. Fiz massagem cardíaca (ele tem o curso de primeiros socorros dado pela Capitania dos Portos), ele reagiu, mas por volta das 5h ele passou mal e não voltou mais, apesar das tentativas de reanimação”.

William Rocha diz que o barco estava a 210 milhas (cerca de 338 quilômetros) da costa, entre Trindade e Vitória, e que foi feito um comunicado do falecimento à Capitania dos Portos.

Na chegada à Itaipava, a Polícia Militar foi informada, foi lavrado o boletim de ocorrência na Delegacia de Policia Judiciária (DPJ) de Itapemirim.

Diante do resultado negativo para a Covid-19, a tripulação foi liberada.

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