Aécio Flávio era dono do jornal Estado do Espírito Santo (Foto: Reprodução)

Piúma se despede do jornalista Aécio Flávio Rezende

Piúma se despede do jornalista Aécio Flávio Rezende
Aécio Flávio era dono do jornal Estado do Espírito Santo (Foto: Reprodução)

Amigos e familiares se despediram na manhã desta quinta-feira (19) do jornalista Aécio Flávio Rezende, 76, um dos mais antigos jornalistas do Litoral Sul. Ele morreu no final da tarde de quarta (18) vítima de infarto.

O corpo de Aécio foi velado no colégio Lacerda de Aguiar, em Piúma e, em seguida, sepultado no cemitério de Aparecidinha, no mesmo município.

Aécio Flávio era dono do jornal Estado do Espírito Santo, um dos mais tradicionais jornais do litoral Sul Capixaba, com cerca de 20 anos de história. “Ele amava o que fazia”, disse o filho João Vitor.

Segundo amigos, Aécio se recuperava de um acidente de carro que sofreu há duas semanas na BR 101 e estava debilitado desde aquela data. Passou mal em casa e foi levado para a Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro, onde acabou morrendo.

Aécio era vice-presidente estadual da Associação dos Jornais do Interior do Espírito Santo (Adjori-ES), atuando desde o início da fundação da instituição no estado.

A notícia pegou muitos amigos de surpresa.

“Aécio era um batalhador. Sempre brigou não só por ele, mas pensou em conjunto, em coletividade, em contribuir pelo desenvolvimento dos jornais no Espírito Santo, principalmente do interior, que era uma bandeira que defendia muito”, ressaltou o jornalista Júlio Húber, vice-presidente do Sindicato dos Jornais e Revistas do Espírito Santo.

Júlio lamentou a morte do amigo: “Vai deixar saudades, um exemplo de ser humano de profissional. Nossos sentimentos a toda família. É uma perda grande para o jornalismo capixaba, não tenho dúvidas disso”.

Amigo há mais de 20 anos, o jornalista e advogado Gutemberg Souza acompanhou o esforço de Aécio para fundar e manter o jornal Estado do Espírito Santo.

“Era um guerreiro desse jornalismo sem grande tecnologia, da época em que escrevia na máquina de escrever e levava o jornal para imprimir em Niteroi, Juiz de Fora. Pude ajudá-lo a criar o Estado do Espírito Santo, jornal feito com muitas mãos, mas sobretudo com a garra de Aécio”, ressaltou Gutemberg.

Ele foi ao velório se despedir do amigo.

Aécio era casado e deixou cinco filhos.

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