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Polícia Civil afirma que crime em Itapemirim não teve motivação política

Delegacia de Itapemirim investiga o caso. Foto: Alessandro de Paula

O assassinato ocorrido no início da noite do último (15), na localidade de Campo Acima, no interior de Itapemirim, não teve motivação política, segundo o delegado Djalma Pereira Lemos. Jader Porto de Jesus, de 34 anos, foi morto a tiros, por volta das 18h, quando moradores da comunidade aguardavam o resultado das eleições municipais.

De acordo com o delegado, o crime foi registrado pelas câmeras de videomonitoramento e o autor já foi identificado. “A autoria já é conhecida. O local era coberto por câmeras e houve uma filmagem do autor. O desenvolvimento de como o crime ocorreu e está gravado em imagens. As imagens já estão com a Polícia Civil”, conta.

O inquérito policial foi instaurado na manhã desta segunda-feira (16). “Com a instauração do inquérito, vamos tomar as providências para que fatos como esse tenham apuração rápida e que a Justiça pode tomar as decisões legais”, continua.

O delegado explicou ainda a motivação do crime. “Sabemos que Itapemirim é uma cidade onde há brigas políticas.  No entanto, tivemos crimes como: morte de prefeito e de secretário, que não tiveram nenhuma conotação política. Mas, neste caso de Campo Acima, posso te garantir que não tem nenhuma relação com partidos políticos, nem interesses políticos, e sim, vinculado ao tráfico de drogas. Tanto o autor quanto a vítima têm históricos de crimes na área de entorpecente. Com certeza, o interesse dessa eliminação foi para domínio da área do tráfico de drogas na região de Campo Acima”, afirma.

Djalma ressaltou que a vítima já tinha respondido procedimentos por tráfico de drogas e que o autor também é conhecido pelo envolvimento com o tráfico. “A Justiça deve decretar a prisão do autor e a polícia irá à procura dele, tendo em vista, que temos um histórico de trabalho de que todo crime ocorrido em nossa região, é apurado e quase sempre alcançamos a autoria. Esse já está identificado e com imagens de como se sucedeu”, completou.

Por conta dos prazos eleitorais, em que não pode haver prisão em flagrante 24 horas após as eleições, o delegado acredita que o suspeito do crime deve se apresentar nas próximas horas. Se isso ocorrer, ele será ouvido e pode ser solto em seguida.

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