Fiscalização em Marataízes. Foto: Procon-ES

Procon estadual fiscaliza postos de combustíveis em Marataízes

Procon estadual fiscaliza postos de combustíveis em Marataízes
Procon estadual fiscaliza postos de combustíveis em Marataízes
Redação Dia a Dia

Postos de combustíveis de Marataízes, no Litoral Sul do Espírito Santo, estão sendo fiscalizados ao longo desta semana pelo Instituto Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-ES).

Durante a operação, que teve início na segunda-feira (4) e segue até esta quinta-feira (7), os fiscais estão realizando testes de vazão nos bicos das bombas, para verificar se está indo para o tanque do consumidor o que ele está pagando, além de fiscalizar a qualidade do combustível comercializado, a oferta de cashback, a precificação, dentre outras normas de defesa do consumidor e da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Até o momento, oito postos de combustíveis foram fiscalizados no município, resultando em cinco infrações, sendo elas: por irregularidade na afixação de preços e oferta de cashback; por não possuir a medida padrão (galão de 20 litros) devidamente aferido por órgãos de medição (Inmetro/Ipem); por não possuir informação ao consumidor de qual distribuidor foi adquirido o combustível comercializado.

Falta de placas

Também foram lavradas Medidas Reparadoras de Conduta (MRC), por falta de placas nas bombas com identificação do posto e de adesivos de identificação nas bombas de combustíveis, conforme determina a ANP.

“O Procon-ES está intensificando as ações de fiscalização nos postos de combustíveis da Grande Vitória e no interior do Estado, com o objetivo de inibir condutas ilegais às normas de defesa do consumidor e regulamentações da agência reguladora. É importante que o consumidor denuncie qualquer indício de irregularidade por parte do fornecedor para que possamos apurar”, ressaltou Rogério Athayde, diretor-presidente do Procon-ES.

As denúncias podem ser registradas pelo telefone 151 ou por meio do App Procon-ES (Android). Os consumidores também poderão formalizar uma reclamação junto à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

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