Roseli foi morta a tiro e corpo escondido em uma estrada em Presidente Kennedy

Roseli foi morta a tiro e corpo escondido em uma estrada em Presidente Kennedy
Roseli foi morta a tiro e corpo escondido em uma estrada em Presidente Kennedy
Alessandro Araujo de Paula

A cada hora, a morte da vendedora Roseli Valiate Farias, de 47 anos, que havia desaparecido desde domingo (17) ao sair de casa, em Cachoeiro de Itapemirim, ganha contornos ainda mais violentos e revoltantes.

A polícia constatou que Roseli foi morta a tiro. O homem acusado de matá-la, conduziu na noite de quarta-feira (20) a polícia até o local em que escondeu o corpo, numa estrada rural na localidade de Maraobá, em Presidente Kennedy, próximo à divisa do Espírito Santo com o Rio de Janeiro.

O acusado do crime é o namorado dela, identificado por Alexandre Nunes, com quem a vendedora estaria se relacionando desde julho.

No local indicado pelo suspeito, a polícia encontrou um corpo que foi retirado e levado para o Serviço Médico Legal (SML) de Cachoeiro, para ser reconhecido oficialmente pelos familiares dela.

A investigação foi realizada pela Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), que irá dar mais detalhes sobre o caso nesta quinta-feira (21), às 11 horas.

A polícia não informou ainda a motivação, mas segundo familiares, a suspeita é que ela queria terminar o relacionamento ao descobrir que o namorado teria um perfil falso nas redes sociais e que não estaria totalmente solteiro. Esse pode ser, na avaliação deles, o motivo do crime.

Roseli, que trabalhava há 20 anos como vendedora na Grafband, era uma pessoa muito conhecida na cidade. Ela saiu de casa no domingo, dizendo que se encontraria com o namorado, e desapareceu.

O carro de Roseli, um Corolla, foi encontrado na manhã de segunda-feira (18) estacionado em uma rua próxima à garagem da Viação Itapemirim.

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