A Associação Brasileira de Rochas Naturais (Centrorochas) reconheceu os avanços do pacote de apoio anunciado pelo Governo Federal para reduzir os efeitos do “tarifaço” imposto pelos Estados Unidos.
As medidas incluem linhas de crédito emergenciais, incentivos e mecanismos para mitigar perdas cambiais, ajudando empresas a manter liquidez e compromissos.
Apesar disso, a entidade reforça que o problema central permanece: as sobretaxas sobre mármores, granitos e ardósias continuam em vigor.
Apenas o item que inclui quartzitos — responsáveis por 55% das exportações brasileiras do setor aos EUA — entrou na lista de isenções tarifárias.
Cachoeiro de Itapemirim (ES) e Minas Gerais, polos de mármore, granito e ardósia, estão entre as regiões mais afetadas.
Ações internacionais
A Centrorochas já registrou manifestação formal junto ao United States Trade Representative (USTR), pedindo a ampliação da lista de códigos tarifários isentos.
Além disso, participará da Missão Empresarial da Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Washington, nos dias 3 e 4 de setembro, para reuniões com entidades setoriais, importadores e autoridades brasileiras.
No dia 5, a associação e a Anfacer se reúnem com escritórios de lobby especializados em comércio internacional para definir estratégias conjuntas de defesa dos setores de rochas naturais e cerâmica.
Linha do tempo
– 09/07 – EUA anunciam sobretaxa de 40% para produtos brasileiros, incluindo rochas naturais.
– 31/07 – Quartzitos são incluídos na lista de isenção tarifária, após articulações da Centrorochas.
– 05/08 – Entidade registra manifestação formal na Section 301 do USTR.
– 13/08 – Setor avalia pacote federal e cobra isonomia nas isenções.
A Centrorochas afirma que segue atuando de forma coordenada para preservar empregos, contratos e a competitividade internacional do setor.
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