20 de abril de 2021 15h47

Voo livre reúne apaixonados pelo esporte na Rampa do Mirante

Os apaixonados por esporte de aventura têm uma ótima alternativa de lazer na Rampa do Mirante, em Cachoeiro, na subida para Vargem Alta. São os voos simples e duplos de parapente, conduzidos pelos pilotos Samuel Almeida de Souza e Alexandre Cunha. Somados, os dois juntos têm 34 anos de experiência.

Alexandre e Samuel comemoram ao lado de Luana e Fernanda

Somente na Rampa do Mirante, os pilotos voaram com mais de 1.400 pessoas. Os horários devem ser agendados com 24 horas de antecedência, e o valor por pessoa é de R$ 220,00, incluindo fotos e filmes, além de transporte para retorno ao Mirante, base da dupla de pilotos.

Este mês o portal Dia a Dia vai sortear um voo para duas pessoas com direito a cobertura fotográfica e filmagem para eternizar a aventura. Os voos serão conduzidos pelos experientes pilotos Samuel e Alexandre.

O sorteio será no dia 31. Você pode participar acessando este link. É preciso ter um perfil no Instagram.

Samuel diz que os voos duram entre sete minutos e duas horas (ou um pouco mais), dependendo das condições térmicas (térmica é uma corrente ascendente que nasce de uma diferença de temperaturas rodeadas por zonas de descendentes compensatórias do movimento ascendente).

Ele explica ainda que essas zonas compensatórias de movimento ascendente fazem o voo ter uma duração bem maior. A assessora parlamentar Lenilce Pontini voou com Samuel e diz que a aventura é inesquecível.

“Foi um voo movido a muita emoção. Eu sofria muito de saudade do meu pai, que amava a natureza e escolheu o interior de Vargem Alta para viver até seus últimos dias. Quando alcançamos a maior altura e me sentindo perto do céu, eu me vi conversando com ele, em voz alta, fazendo promessa de saber viver melhor. Experimentei, ali, a maior aventura da minha vida. Como o nosso piloto Samuel, eu também acredito que aquela montanha é mágica!”

Outra que experimentou as delícias de um salto de parapente foi a assessora de comunicação Renata Dias Lopes. Ela diz que a experiência permitiu que vivesse um momento épico e que foi mais do que apenas voar, mas um sonho que permitiu superar-se.

“De cara soltei um estrondoso grito, mas foi o grito mais libertador que já dei na vida! A sensação é única. Considero-me uma grande sonhadora e voar sempre esteve entre os sonhos a serem conquistados”, disse.

 

 

CONHEÇA OS PILOTOS

 

Samuel Almeida de Souza

 

Teve o primeiro contato com operações em altura quando serviu no Rio de Janeiro, como paraquedista do Exército. Ao retornar para Cachoeiro, na década de 90, ajudou na implantação do paraquedismo , criando o Clube de Paraquedismo Cachoeiro, onde foram formados muitos paraquedistas esportivos.

Por falta de aeronaves no município para o salto dos atletas, os trabalhos foram interrompidos diante do alto custo de trazê-los de outros estados e regiões como na época foi feito, trazendo aviões de Nova Iguaçu (RJ) e do estado de Minas Gerais. Em 1996, o amigo Marcos Ribeiro Alves apresentou o parapente, e desde então são mais de 20 anos dedicados ao voo livre.

 

 

 

Alexandre Cunha

 

Começou a voar há nove anos. O primeiro contato com o parapente foi quando acompanhou a prima, Kátia Barrozo, que ganhou um voo. Voou no mesmo dia e apaixonou-se tanto que dois meses após começou o curso de pilotagem com o instrutor Samuel Almeida de Souza, que hoje é um grande amigo e parceiro de aventuras.

Diz que voar significa estar livre, em contato com a natureza e com bons amigos, e principalmente, podendo levar um pouco dessa alegria a pessoas que geralmente nunca imaginariam estar lá.

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