20 de abril de 2021 17h33

Infectologista suspeita de outra doença da família de meningite

O médico infectologista Luis Henrique Borges disse ao portal Dia a Dia ES que acredita que a hipótese mais provável para a morte da menina Angela Isadora Silva Gomes, de 3 anos, em Cachoeiro de Itapemirim, seja meningococcemia, e não meningite. A menina morreu na noite de terça-feira (30), três horas após começar a passar mal e apresentar quadro de febre.

“A meningococcemia é provocada pela mesma bactéria que causa a meningite, mas ela evolui para a sepse (infecção generalizada). Quando a meningite abre, o quadro é melhor. Dá tempo de fazer diagnóstico e tratar. Mas quando já evolui para sepse ao invés de meningite, não dá tempo”, explicou o especialista.

Saiba mais: Menina passa mal e morre com suspeita de meningite em Cachoeiro

De acordo com Luis Henrique Borges, a melhor forma de prevenir tanto a meningite quanto a meningococcemia é por meio de vacina, que é disponibilizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) nas campanhas de vacinação.

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