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Mosquito Aedes aegypti. Foto: Jcomp/Freepik

Mais de 57 mil pessoas ficaram doentes do Estado por causa do Aedes aegypti

redacao
Redação Dia a Dia

Mais de 57 mil pessoas ficaram doentes este ano por conta da picada do mosquito Aedes aegypti. De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) entre 29 de dezembro de 2019 e 18 de julho deste ano foram registrados no Espírito Santo 41.526 casos suspeitos de dengue, 14.603 de chikungunya e 1.366 de zika.

Ainda segundo a Sesa foram registradas 9 mortes por dengue e outras 5 por chikungunya.

Doenças como dengue, zika e chikungunya são transmitidas pela fêmea do Aedes aegypti. Com menos de um centímetro de comprimento, o mosquito tem listras brancas no corpo e nas patas, sendo essa a principal diferença em relação aos pernilongos comuns. Circula durante todo o dia, mas costuma ser mais ativo nos horários com temperaturas mais amenas, como das 7h às 10h e das 16h às 19h. Além disso, voa baixo picando geralmente entre os joelhos e pés.

O Aedes aegypti leva, em média, 10 dias para se desenvolver e vive durante 30 dias. Uma única fêmea produz de 60 a 120 ovos em cada ciclo reprodutivo e pode ter mais de três ciclos durante sua vida.

A proliferação do mosquito é intensificada no verão, período mais quente do ano, mas os cuidados para eliminar os criadouros devem ser mantidos durante todas as estações, evitando, assim, o aumento alarmante de casos.

Ciclo de vida

O ciclo de vida do Aedes aegypti é dividido em quatro etapas: ovo, larva, pupa (estágio intermediário entre a larva e o adulto) e adulto. A fêmea do mosquito deposita seus ovos nas bordas dos recipientes com água limpa e parada. Dois ou três dias após o contato do ovo com o líquido, as larvas nascem e dias depois chegam na fase da pupa. Esse ciclo dura cerca de 48 horas e, ao término, se transformam em mosquitos adultos.

Como prevenir

Para evitar a proliferação do mosquito, é necessário que cada cidadão se empenhe nesse processo, mantendo as calhas sempre limpas; as caixas d’água bem vedadas; verificando se não existe água acumulada nas lajes; escovando as bordas das vasilhas de água e comida de animais; descartando lixos, entulhos e pneus nos locais adequados, por exemplo.

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