Casarão completa 176 anos. Foto: Divulgação

Mutirão organizado pela Câmara de Castelo revitaliza casarão centenário

Mutirão organizado pela Câmara de Castelo revitaliza casarão centenário

Cerca de 20 voluntários, entre vereadores, servidores e amigos da Câmara Municipal, participaram na manhã deste sábado (10) de mutirão para revitalizar o casarão da Fazenda do Centro, que em 2021 completa 176 anos de construção.

A ação também contou com participação de atiradores do Tiro de Guerra.

O objetivo do trabalho foi organizar o recém chegado acervo de Frei Juan Echávarri, fundador do instituto que administra a fazenda centenária.

Foram quase cinco horas de trabalho que deixaram o casarão quase pronto para reabrir as portas para visitação no próximo mês, conforme programação da administração do local.

Livros centenários trazidos de navio da Espanha, fotos, cartas, objetos pessoais, vestimentas, honrarias, foram alguns dos materiais organizados nas dezenas de cômodos da casa.

“Todo esse material vai compor o acervo museológico do casarão. Esses objetos estavam com Frei Silvestre e nos foi entregue há pouco mais de um mês pelo Frei Gustavo Barbieri. Em breve vamos abrir a visitação na sala que vamos denominar Memorial Frei Juan Echávarri”, disse a presidente do Instituto Frei Manuel Simón, Fernanda Vettorazzi Giori.

Na área externa, o jardim recebeu poda, limpeza e retirada de entulhos.

“É uma satisfação ver que nosso grupo de voluntariado está dando bons resultados. Pra gente é um enorme prazer dedicar parte do nosso tempo para ajudar essas instituições” celebrou o presidente da Câmara, Tiago de Souza (PTB).

Essa foi a terceira ação do grupo de voluntários da Câmara, que também atuou no canil da ONG Patas Carentes e no Santuário de Aracuí.

 

Saiba mais sobre o casarão

Erguido em 1845 pelo major Antônio Machado Vieira da Cunha, como sede da Fazenda do Centro, o local chegou a ter aproximadamente 600 escravos que produziam café, arroz e outros gêneros agrícolas.

Ponto de encontro, local de festas e reuniões, no início do século XX, foi adquirido pela Ordem dos Agostinianos Recoletos, cujo mentor era o Frei Manuel Simon.

Atualmente faz parte do Conjunto Arquitetônico tombado pelo Conselho Estadual de Cultura no ano de 1984. Hoje, restaurado, é administrado pelo Instituto Frei Manuel Simón.

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