Rosane com a filha Bianca. Foto: Acervo pessoal

Rifa, bazar e vaquinha para ajudar menina de Vila Rica a tratar doença rara

Rifa, bazar e vaquinha para ajudar menina de Vila Rica a tratar doença rara
Rifa, bazar e vaquinha para ajudar menina de Vila Rica a tratar doença rara
Redação Dia a Dia

Portadora há dois anos de uma doença degenerativa, a pequena Bianca Aparecida Andrade Silva, de 5 anos, luta para ter uma melhor qualidade de vida. Para ajudá-la, familiares e amigos estão se mobilizando para custear o tratamento da menina.

Bianca recebeu o diagnóstico da doença de Krabbe aos 3 anos. Trata-se de uma patologia rara e progressiva causada pela deficiência de enzimas que fazem a decomposição de gorduras durante o processo de digestão dos alimentos.

“Bianca tinha três anos e três meses quando foi diagnosticada com a doença. Tinha uma vida normal, andava, falava. Foi perdendo os movimentos, parou de falar, de andar. Piora a cada dia. É desesperador. Hoje só se alimenta de comida batida”, contou a mãe, a dona de casa Rosane Soares de Andrade Silva, de 30 anos. A família mora no bairro Vila Rica, em Cachoeiro de Itapemirim.

Ela e o marido, o pedreiro Edmar Soares da Silva, 43 anos, buscam um tratamento para a doença que traga mais qualidade de vida para Bianca.

“Nunca aceitei. Fomos pesquisando e descobrimos um tratamento que pode estabilizar a doença e até melhorar seu quadro em 70%. Só que é caro e não é feito no Brasil”, explicou a mãe.

O tratamento é feito no Equador e custa cerca de R$ 100 mil. A família vendeu o carro, um Gol 2000 e, com ajuda de amigos, está realizando uma rifa de uma churrasqueira elétrica, cujo sorteio será neste sábado (20).

Rosane também montou um bazar na varanda de casa e ainda vende sacolé. Os pais de Bianca criaram uma vaquinha virtual, que pode ser acessada neste link.

Quem preferir pode depositar em conta, na Caixa Econômica Federal, agência 2016, Op 013, poupança: 00084056-9, em nome da mãe da Bianca.

A menina recebe acompanhamento de profissionais enquanto não consegue dinheiro para viajar ao Equador e iniciar o tratamento. Ela estuda na Apae e faz fisioterapia, hidroterapia, é atendida por fonoaudióloga e faz terapia ocupacional.

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