Torcedores de Cachoeiro viajam de moto para final da Libertadores no Uruguai

Torcedores de Cachoeiro viajam de moto para final da Libertadores no Uruguai
Torcedores de Cachoeiro viajam de moto para final da Libertadores no Uruguai
Redação Dia a Dia

Matérias publicadas em sites uruguaios, entre eles o ‘Futbol.com.uy’, destacam que 95% dos torcedores que ocuparão o Estádio Centenário em Montevidéo, no Uruguai, para  a final da Taça Libertadores da América no sábado (27), são flamenguistas.

Entre os torcedores, dois que aliaram a paixão pelo motociclismo e pelo Flamengo e vão percorrer 2.800 km só no percurso de ida para acompanhar o time do coração.

Na manhã desta quinta-feira (25), por volta das 11h, eles estavam a 80 km da fronteira. Os torcedores são o advogado e serventuário da Justiça cachoeirense Átila Semprini Ferreira, 58 anos, e o advogado atiliense Luiz Fernando Busato Barros, de 54 anos.

 

Fernando Busato

 

Fernando conta que saiu de Cachoeiro no dia 22 e se encontrou com o companheiro de aventuras em Juiz de Fora, num evento de motovelocidade, de onde partiram para a viagem rumo ao Uruguai. Segundo ele, a paixão pelo motociclismo é comum aos dois, mas pelo Flamengo é só dele.

A rota percorrida pelos aventureiros numa moto 500 X da Honda e numa BMW 1250 6S foi  São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. “Entraremos no Uruguai pelo Chuí. Vamos permanecer em Montevidéo a manhã de domingo (28).

Depois disso Átila e Fernando atravessam o Rio da Prata, sentido Buenos Aires, de onde iniciam o retorno pra casa. Essa não é a primeira aventura dos amigos, acostumados a percorrer as estradas sobre duas rodas, rotina interrompida pela pandemia.

Átila Semprini

 

Átila, que é atleta e corre, nada e pedala, diz que a motocicleta é um veículo apaixonante e indutor de boas amizades. Conta que por sugestão de um amigo, percorreu os 78 municípios capixabas de moto. “Foi extremamente gratificante conhecer a cultura de todos os capixabas”.

“A nossa grande paixão é andar de motos. Isso motivou o Átila a vir. Vim com outros amigos em dezembro até o Chuí porque não pudemos entrar no Uruguai. Ia para Jericoacara, no Ceará, mas o jogo do Flamengo me fez mudar de ideia”, enfatiza Fernando.

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