Mais de 500 alunos de Cachoeiro participam de mostra cultural sobre saneamento básico

Mais de 500 alunos de Cachoeiro participam de mostra cultural sobre saneamento básico
Alessandro Araujo de Paula

Alunos de sete escolas da rede pública e privada de Cachoeiro de Itapemirim, com idades entre 4 e 5 anos, participaram da mostra cultural Cuidar Mais, com temas voltados a sustentabilidade, saneamento básico e meio ambiente.

De acordo com a concessionária BRK Ambiental, que organizou a mostra cultural, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação (Seme), um total de 540 alunos participou do evento, com música, dança, apresentação de paródias e desfiles.

O evento ocorreu no Ginásio Poliesportivo Theodorico de Assis Ferraço (Ferração), no bairro Aeroporto, no dia 10, e teve entrada gratuita.

Os trabalhos foram apresentados por estudantes das escolas municipais Waldir Furtado Amorim, Padre Gino Zatelli, Dolores Gonzalez Villa, Jose Pinto, Maria Siloti e Padre Jefferson Luiz de Magalhães e do colégio Instituto de Pesquisas Educacionais (IPE).

A escola Padre Jefferson Luiz de Magalhães, por exemplo, desenvolveu projeto pedagógico com materiais recicláveis, em que as crianças produziram brinquedos e fantasias, com a ajuda da família, utilizando materiais que iriam para o lixo.

Já as crianças da escola Doroles Gonzalez Villa trabalharam a importância da água no organismo, os alimentos ricos neste líquido e a necessidade da economia do recurso hídrico.

De acordo com o diretor da BRK Ambiental, Bruno Ravaglia, a proposta do Programa Cuidar Mais é apresentar para os alunos, de forma lúdica e com uso de brincadeiras, que a relação com os recursos naturais deve ocorrer de forma equilibrada e sustentável.

“É preciso que as crianças comecem, desde cedo, a aprender que o futuro do meio ambiente depende de suas atitudes, e que isso irá interferir diretamente em suas vidas. O programa busca contribuir para a transformação social e ambiental em Cachoeiro de Itapemirim”, defende.

“A partir do momento que a criança se percebe como agente transformador do meio em que vive, ela não se torna passiva diante dos problemas sociais e ambientais e repassa para sua família e outras pessoas com quem convive o que aprendeu”, explicou a coordenadora pedagógica da Seme, Jocimara Marin Bravin.

Ultimas Notícias