Técnico da EDP flagrou furto de energia. Foto: PCES

Polícia investiga furto de energia em escola e ginásio de Itapemirim

Polícia investiga furto de energia em escola e ginásio de Itapemirim

A Polícia Civil está investigando denúncias de furto de energia elétrica (o popular gato) em escolas e prédios públicos da Prefeitura de Itapemirim, no Litoral Sul do Espírito Santo. Irregularidades foram constatadas na escola Magdalena Pisa e no ginásio de esportes de Barbados.

O delegado responsável pelo inquérito, Djalma Pereira Lemos, informou que inicialmente as investigações apontam para furto de energia, mas que os fatos podem levar a outras circunstâncias, como crime administrativo ou improbidade.

A Polícia Civil esteve com técnicos da EDP na escola Magdalena Pisa. Os funcionários da concessionária de energia logo constataram violação no relógio, que havia sido desligado pela empresa há cinco meses por falta de pagamento.

O local estava fechado, com luzes acesas. Assim que o relógio foi desligado pelos técnicos da EDP, as lâmpadas se apagaram, confirmando o gato.

A mesma irregularidade foi constatada pelos funcionários da concessionária no ginásio de esportes de Barbados. A quadra de esportes recebia energia elétrica de um fio conectado diretamente a rede da concessionária, sem passar por um padrão de energia, sem qualquer tipo de aferição de consumo, caracterizando furto de energia elétrica. A ligação também foi cortada pelos técnicos da EDP.

Segundo Djalma Lemos, a irregularidade teria iniciado em 2018, quando a empresa contratada pela prefeitura para construir a escola terminou as obras e pediu o desligamento da energia junto à EDP.
“O que ocorre é que alguém, e nós ainda não sabemos quem, religou a energia para continuar a obra e isso continuou até 2020”, disse o delegado.

A irregularidade só foi descoberta porque recentemente a empresa que havia solicitado o desligamento do relógio foi notificada pela EDP para regularizar os débitos.

Nos dois flagrantes, não houve detidos. As investigações prosseguem, e depoimentos e novas diligências serão realizados nos próximos dias, com o objetivo de identificar os responsáveis pelas ligações clandestinas.

Segundo o delegado, chama a atenção é que mesmo com o relógio em nome de outra pessoa jurídica, a prefeitura continuou pagando a EDP até cinco meses atrás, quando suspendeu as quitações e a concessionária cortou a luz e notificou a empresa.

Local onde polícia flagrou irregularidade. Foto: PCES

“Temos informação de que esse tipo de situação ocorre em outras escolas do município e estamos apurando”, explicou o delegado.

A EDP informou que apenas acompanhou a Polícia Civil na visita às escolas e não se manifestou sobre o assunto.

O outro lado

O prefeito de Itapemirim, Thiago Peçanha Lopes, informou por meio de nota que desconhece qualquer tipo de ato de irregularidade quanto às instalações elétricas dos prédios citados. Segundo ele, os servidores do departamento de eletrificação da prefeitura foram exonerados recentemente e uma nova equipe assumiu o setor.

“Os fatos serão apurados e caso seja necessário, abriremos um processo administrativo”, disse o prefeito.

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