Presépio de Natal de 50 metros vira atração especial em Jaciguá

Presépio de Natal de 50 metros vira atração especial em Jaciguá
Redação Dia a Dia

Um presépio mecânico de 50 metros quadrados, com 130 figuras movimentadas construídas em madeira, metal, gesso, lata e plástico é, mais uma vez, um dos principais atrativos turísticos de Jaciguá, em Vargem Alta.

O cenário tem atraído visitantes de várias partes do país e até do exterior, que fazem questão de posar para fotos perto do cenário. A entrada é franca.

O tradicional presépio foi criado pelo artista, músico e artesão, o irmão salesiano Agostinho Bastianello, que hoje tem 92 anos, encontra-se acamado e morando em uma igreja de Belo Horizonte – onde recebe os devidos cuidados. Durante anos, era ele mesmo quem realizava a manutenção da das peças.

O atrativo é montado em dois palcos com 41 cenas que se mexem sozinhas, um com motivos religiosos, que mostra a trajetória de Jesus desde o anúncio feito pelo anjo à sua morte e ressurreição, e outro com 32 cenas do dia a dia da comunidade. A parte religiosa faz ainda uma analogia curiosa do céu e do inferno.

A obra artística foi construída artesanalmente, desde as mais simples figuras até os grandes mecanismos que as movimentam. Cachoeiras e lagos com água corrente, moinhos, montanhas e vales com pedras que complementam a fantasia.

Moradores de Vargem Alta, os amigos Dione Rafael Fagundes Betini, de 20 anos, Ian Bismarck Fagundes Betini, 27, Sarah Langa Lobo, 27 anos, contaram que sentem orgulhoso do presépio mecânico.

“O presépio é um dos nossos lugares mais lindos e preferidos aqui em Vargem Alta, temos muito orgulho dele. A nossa priminha Maria Luiza tem apenas 5 anos e ama muito, muito vir aqui”, revelaram eles.

 

SAIBA MAIS

– As visitas podem ser agendas com Luzia Romão pelo telefone (28) 99959-2740;

– Inicialmente, o presépio era instalado no prédio do colégio Salesiano, localidade de Boa Esperança. A estrutura era montada no final do ano e desmontada no início do ano seguinte, sempre com a ajuda dos alunos;

– Em 1973, pároco da época decidiu levar o presépio para a Igreja Matriz, na sede do distrito. As peças ficaram montadas durante um tempo em um palco na igreja, mas em 1984 a comunidade construiu uma casa só para ele, em frente à Igreja São João Batista, onde continua até os dias de hoje.

 

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