A engenheira Ana Paula se apaixonou pelo local

Túnel Encantado, o que os turistas dizem sobre esse point de aventuras em Matilde

Túnel Encantado, o que os turistas dizem sobre esse point de aventuras em Matilde
Redação Dia a Dia

A engenheira Ana Paula de Jesus, 30 anos, mora em Vitória e é uma das turistas que conheceu o Túnel Encantado, em Alfredo Chaves e ficou deslumbrada com o local.

Ela garantiu que a descida até o novo point dos aventureiros vale a pena, e que o passeio é imperdível, num pedacinho do paraíso e refúgio da correria e da rotina.

“Além disso, é um turismo barato, de paisagens de tirar o fôlego e relativamente bem perto da capital do Estado”, destacou Ana Paula.

O educador físico Igor Bergamin, 35, mora em Alfredo Chaves há dez anos e revelou que o Túnel Encantado é um dos seus lugares preferidos para aventura. Mas ele alerta que a descida exige preparo físico.  Isso porque o túnel é muito escuro e a correnteza da água desce muito forte.

“É uma emoção muito grande. Ao mesmo tempo é bem exaustivo para quem não está acostumado com atividade física, mas realmente vale a pena subir e descer as escadarias. Não só pela emoção, mas pela bela paisagem”, revelou.

A universitária e estagiária em Serviço Social, Daiany Figueiredo, 23 anos, afirmou que fez a caminhada sozinha e foi uma experiência incrível.

“Foi muito bacana. Era um lugar que alguns amigos sempre citavam de me levar, mas acabei indo com uma excursão. Foi uma experiência incrível ir sozinha. Conhecer a história de lá, fazer a trilha e conhecer pessoas”, disse ela.

Já a enfermeira Bárbara Simoni Bravin, 32 anos, revelou que ficou fascinada com a natureza que cerca os trilhos e o Túnel Encantado.

“Fiquei encantada com a mata, com as flores, com a vegetação. É um lugar lindo que sempre indicarei para meus amigos. Descer o túnel é uma aventura e chegar até pele pela antiga linha trem, também é. É inesquecível”, garantiu.

Outra que conheceu o local e também se apaixonou foi a técnica de enfermagem Benedita Barbosa, de 36 anos. “Depois de descer o túnel, voltei pela linha de trem e conheci a cachoeira de Matilde pelo outro lado, sem ser pelo mirante de madeira que todos podem descer”, finalizou.